Táubua de tiro ao Álvaro

noutro dia mandei uns versos e outras prosas ao poeta Álvaro Alves de Faria, aquele mesmo que vive só e conversa com passarinhos: um dos últimos poetas sobre meus originais disse ter lido todos, poemas crônicas um e outro conto perdido, e aquilo me deu uma raiva danada muitíssimo educado o poeta, disse ter gostado … Continue lendo Táubua de tiro ao Álvaro

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O céu sem poesia é só ciência. O homem também.

Outro dia levei a Lua pra passear, Lua minha salsichinha, como de costume fazemos. Atravessamos um quarteirão e sentamos na mesma praça de sempre, nada anormal. A praça que não é mais praça, agora é um monte de mato com uns tantos bancos também se afundando no mato, ao lado do que um dia foi … Continue lendo O céu sem poesia é só ciência. O homem também.

Mas eu não sabia que você sabia que a vida é tão boa

Para cada verso dez verões, cem tristezas e muito mais cada passo constrói o morto, o morto que na ilusão da vida até sambou sambou sambas que Maria Angélica jamais sambaria, e como isso doía entre tribos, morros e Maria Angélica, o que há depois do teto? sonhos flutuam ao redor da casa, sonhos que … Continue lendo Mas eu não sabia que você sabia que a vida é tão boa

Só um segundo, é sobre amor

Este poema é para meu amigo Clóvis, o único amigo de infância que minha cabeça conservou, um grande companheiro, sempre o primeiro a dar um passo a frente, ótimo artista, apelava ao dom para ganhar as meninas, e com seus olhos verdes e aquela apaixonante habilidade de transformar cores em amor fazia um estrago danado, … Continue lendo Só um segundo, é sobre amor