Não votem, se matem

Dia desses vim contar dum campinho onde vez ou outra penso na vida. Pense numa noite bonita. Me sentei como um príncipe. Pernas cruzadas, isqueiro na mão, fone na orelha. Fogo. No primeiro trago brota, essa é a palavra, brota uma viatura feliz e contente contornando o campo. Não deu tempo nem de assustar, esconder … Continue lendo Não votem, se matem

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Ivan o Corcundão a solidão que eu fumei e um abraço pra São Sebastião

Não há nada pior que as lembranças dos amigos. A gente vai lembrando vai rindo e quando vê está triste feito um burro, e que burrico triste. Há quem chame essas coisas de nostalgia, quiçá saudade, eu prefiro puta-que-pariu-de-novo-não. Você ali, tranquilo, Luiz Melodia no rádio baseado entre os dedos. Baleiro, Macalé, Lenine, Ben, Donato, … Continue lendo Ivan o Corcundão a solidão que eu fumei e um abraço pra São Sebastião

O diabo é que dói sem nem dar conta

Eles gostavam do famoso três-dentro-um-fora, que se trata dum jogo de rua onde dois jogadores precisam acertar o gol controlando a bola sem deixá-la pingar no chão. Dominar antes do arremate também é proibido, só vale gol de primeira. Três gols troca o goleiro, um chute pra fora elimina o tonto que chutou e dá … Continue lendo O diabo é que dói sem nem dar conta